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Bombeiros utilizam flutuadores para pessoas com mobilidade reduzida tomarem banho de mar em SC

Por meio dos life belts, projeto piloto de Palhoça busca dar mais liberdade aos cadeirantes que frequentam a praia.

Por Rádio Progresso
Postado em 19 de janeiro de 2020 às 08:43.26

Um projeto pioneiro do Corpo de Bombeiros de Palhoça, na Grande Florianópolis, tem dado a pessoas com mobilidade reduzida a oportunidade de tomar banho de mar com mais liberdade.

Além das cadeiras anfíbia, utilizadas para conduzir os banhistas até a água, pessoas com a locomoção comprometida que frequentam a Praia do Sonho têm experimentado uma maneira mais confortável de curtir o mar.

A iniciativa utiliza flutuadores life belt — boias usadas para resgate em alto mar —, que ficam presos à cintura dos banhistas. Eles são levadas até o mar por meio da cadeira anfíbio e, com o auxílio do life belt, conseguem sair da cadeira e aproveitar o banho de mar de maneira mais livre. O flutuador fica preso a uma cinta, que permanece sob os cuidados dos bombeiros.    

Um projeto pioneiro do Corpo de Bombeiros de Palhoça, na Grande Florianópolis, tem dado a pessoas com mobilidade reduzida a oportunidade de tomar banho de mar com mais liberdade.

Além das cadeiras anfíbia, utilizadas para conduzir os banhistas até a água, pessoas com a locomoção comprometida que frequentam a Praia do Sonho têm experimentado uma maneira mais confortável de curtir o mar.

A iniciativa utiliza flutuadores life belt — boias usadas para resgate em alto mar —, que ficam presos à cintura dos banhistas. Eles são levadas até o mar por meio da cadeira anfíbio e, com o auxílio do life belt, conseguem sair da cadeira e aproveitar o banho de mar de maneira mais livre. O flutuador fica preso a uma cinta, que permanece sob os cuidados dos bombeiros.   

 O projeto, que está em fase de estudos, surgiu a partir de observações do sargento do Corpo de Bombeiros, Cláudio Luiz Andrade.

"A gente começou a elaborar que a cadeira fosse até um certo ponto e ali [o cadeirante] tentasse descer", explicou o bombeiro.

Antes a gente tinha que tomar muito cuidado com o nosso equilíbrio porque essa cadeira levita pra boiar, então qualquer coisinha a gente virava. Mesmo essa cadeira sendo uma forma de locomoção nossa, ela nos prende muito", fala o estudante Arthur Silva Coelho.

As cadeiras adaptadas funcionam há cinco anos em Santa Catarina. Desta forma as pessoas podem se banhar com segurança sob a supervisão de um guarda-vidas ou bombeiro, e de um familiar. A nova adaptação está em fase de estudos.

Para Arthur, a nova adaptação da cadeira proporcionou a possibilidade de independência. "Liberdade é ser independente sem precisar da cadeira, sem precisar das outras pessoas pra cuidar de nós, só nós mesmos", conclui.

Fotos:
Fonte: G1 SC