09/08/2018 17:42 (atualizado em 09/08/2018 18:15)

Apesar das dificuldades financeiras Secretaria Estadual da Saúde de SC consegue manter investimentos Secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande concedeu entrevista para a Rádio Progresso.

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Entrevista completa com o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

(Foto: Ricardo Orso/Rádio Progresso)

Nesta quinta-feira (9), foi realizada a solenidade de inauguração do serviço de oncologia do Hospital Terezinha Gaio Basso, em São Miguel do Oeste. O ato oficial contou com a participação de autoridades do setor da Saúde dos 30 municípios que serão atendidos pelo serviço.

Devido às condições climáticas, a aeronave que transportaria o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, até São Miguel do Oeste, teve que pousar em Chapecó e o secretário não chegou a tempo para o evento.

No Hospital Regional de São Miguel do Oeste foi implantada a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que prestará os serviços de cirurgias, quimioterapia/infusões, consultas ambulatoriais, ultrassonografia, endoscopias, colono/reto e anátomo patológico.

Desde 2011 o Governo do Estado já repassou valor superior a R$ 210 milhões para a oferta de serviços e manutenção do hospital regional do Extremo Oeste. Inicialmente os recursos foram repassados para a Associação São Camilo e atualmente o hospital é administrado pelo Instituto Santé que recebe mensalmente do Governo do Estado o valor de R$ 3.072.000,00 para a administração e atendimento à população da região.

(Foto: Ricardo Orso/Rádio Progresso)

Em entrevista para a Rádio Progresso o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, afirmar que para o ano de 2019 o repasse para o Setor da Oncologia será dobrado.

Acélio Casagrande avalia o primeiro semestre difícil, a secretária de Estado de Saúde precisou reduzir contratos e despesas.

“Tivemos que administrar a divida e a assistência, não deixar de faltar e ampliar a assistência. Fomos buscar gestão ampliando os recursos vindos do Ministério da Saúde. O ministério nos comprovou que produzimos mais do que recebemos, então, esta vindo R$ 10 milhões a mais por mês. Conseguimos reduzir contratos e despesas e conseguimos ampliar o leque de insumos e medicamentos”.

Casagrande ressalta que a secretaria de Estado da Saúde estava com uma divida de R$ 1,080 bilhões, e hoje esta em torno de R$ 700 milhões.

 

Confira no inicio desta matéria a entrevista completa com o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

(Foto: Ricardo Orso/Rádio Progresso)
Fonte: Rádio Progresso

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